

Olá
Hoje quero falar um pouco sobre momentos em Lisboa — sim, Lisboa, esse lugar mágico onde o mundo inteiro se encontra. Uma cidade de encontros inesperados, de bons restaurantes, de monumentos que brilham, de histórias, música, vinho e amor. Tudo se mistura nesse lugar belo, onde qualquer coisa pode acontecer.
Foi aqui que fiz amigos portugueses, brasileiros, ucranianos, italianos, indianos, africanos, poloneses, alemães, americanos, canadenses, ingleses, suíços e espanhóis. Aqui fiz amigos que marcaram a minha história — uma família que nos dá segurança e apoio, onde podemos conversar, rir, contar fatos, partilhar dificuldades e vitórias.
Quando estamos longe de casa, só resta seguir em frente. É preciso trabalhar os sentimentos, dissolver a vergonha, aprender a se transformar. A gente vira outra pessoa — mais forte, mais consciente — mas sem perder aquilo que somos por dentro. Só que agora o foco é a sobrevivência, e isso fala alto dentro desse novo ser que eu me tornei.
Com o tempo, vou contando as tantas histórias que carrego comigo. Quero fazer deste site um livro vivo, um conto de histórias. Não é para fazer sucesso — é para me sentir à vontade, para registrar um pouco da minha vivência pelo mundo.
Trago comigo esperança, desilusão, tristeza e alegria. Tudo isso faz parte da história que tenho para contar. E vou mostrar um pouco através de vídeos simples, não profissionais, mas que guardam momentos, sentimentos e fatos.
Este sou eu em Lisboa — nesses vídeos que agora compartilho contigo.
Minha história
Esse vídeo traz três caminhos que se cruzaram na Praça do Comércio: Crisdom, Júnior Natureza e Calangô. Um encontro de músicos tocando de frente para o rio Tejo, deixando a música correr livre como a água que passa. Era assim que eu vivia todos os dias: tocando com amigos, construindo essa família da música que nasce na rua, no improviso, no respeito e na alma.
A música que tocamos é de autoria do Calangô, com a base feita por Júnior Natureza e o solo brilhante do Crisdom. Alegria para quem passa. Prazer para nós que tocamos com o coração aberto. E algumas moedas que garantem a continuação dessa entrega — o tempo, a energia, a vida que a gente coloca em cada nota.
No final do dia, um bom restaurante, risos, histórias e aquela sensação de missão cumprida. Esse é o prazer de viver a aventura sem medo: tocar, sentir, partilhar, existir.
